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Papo com Escritor com Pedro Veroneze - Ele está de volta!

É com prazer que ele está de volta aqui no Blog Vida de Escritor. Conheça a nova obra do nosso amigo carioca, que estreia no gênero poético.

Dessa vez ele vem para divulgar seu novo trabalho que sai do forno pela Editora Fross.

Vamos bater um papo com o escritor Pedro Veroneze.


Eliaquim Batista (Blog Vida de Escritor): Pedro, pode falar um pouco sobre você, para as pessoas que não deram uma olhada na outra entrevista possam te conhecer?

Pedro Veroneze: Me chamo Pedro Veroneze, sou carioca desde 2001 e escrevi dois livros como tantos outros fizeram. The Pandemic aos 16 e Quero dar uma parada em Nova Iorque antes de Ir para o Inferno aos 19. Escrevo, num geral, sobre tudo um pouco. Versos nus nas músicas, roteiros e livros.


Eliaquim Batista (BVE): Você começa bem o ano, não é mesmo? Se lança na poesia e com um novo livro.

Conte um pouco sobre o novo projeto.

Pedro Veroneze: O livro não passa de uma passagem da viagem que o leitor fará para um lugar distante dessa realidade. Não importa em qual fase da vida o leitor esteja, se embarcar nessa jornada, ou se aceitar uma lsdama dos personagens, não voltará inteiro para a realidade, nem enxergará o mundo com os mesmos óculos.

Espero que as pessoas consigam achar seu veículo. O meu é o Expresso Polar. Espero que consigam chegar até seu Mundo Onírico. Sentar na beira de suas camas e enxergar o real, visceral e enlouquecente mundo a sua volta.


Eliaquim Batista (BVE): O título me chocou bastante, não nego (risos), mas me deixou com um grande pé atrás e ao mesmo tempo curioso. Como nasceu essa ideia de passear em New York?

Pedro Veroneze: É um lugar que me faz um prefácio do Inferno. Cheio de personalidades e gente de todo o lugar do mundo. E dizem que faz muito calor no verão. Não acho que seriam universos diferentes do que a Deavon costuma visitar como foi em um dos contos no livro.


Eliaquim Batista (BVE): No livro, você fala muito da mulher. Diga em quem se inspira para fazer os versos femininos?

Pedro Veroneze: Se eu te contasse, iria tirar todo o lírico daqueles versos nus, não acha? E também, acho que em grande parte, é além dos relacionamentos e memórias. O livro viaja por entre relações do mundo.


Eliaquim Batista (BVE): No seu novo trabalho, diversas vezes você critica a sociedade. Como você enxerga o mundo atual?

Pedro Veroneze: Se eu contar aqui, perde o sentido do livro. E é muito complexo para responder em algumas frases tão quão num livro. Mas eu gosto de mortífera, egoísta e muito sensível. Gosto da sua fusão ao Mundo Onírico.


Veja a primeira entrevista com o Pedro Veroneze

Veja a resenha do novo livro do autor



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