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© 2020 por Eliaquim Batista - Blog Vida de Escritor.

São Paulo / SP

Peça O Último Mafagafo

Um ninho de mafagafos

Tinha sete mafagafinhos

Quem desmafagafar o ninho de mafagafos

Bom desmafagafador será


Muitos de nós já brincamos com esses versinhos na infância, eles fazem parte de nossos trava-línguas. Mas você já parou para pensar o que é um mafagafo?

Segundo o site da revista super interessante, eles não são pássaros e não existem. Mas na peça escrita e dirigida por Luccas Papp, veremos que sim, eles existem e descobriremos quem eles são. Será que existe apenas mais um, como diz o título?


Primeiramente vamos falar da ambientação e cenário: F-A-N-T-Á-S-T-I-C-O!

Um ambiente bem circense e até a própria plateia do teatro lembra a de um circo e propicia para que o espectador se sinta em um picadeiro. As pessoas esperavam apenas o grito: “Respeitável público!”

Em vez disso, um palhaço aparece na segunda sirene e começa fazer suas palhaçadas e tira gargalhadas e interage com o público e os músicos, um de cada lado, uma moça com acordeom e xilofone e um rapazinho com um violino.

E para a terceira e última sirene, mais palhaçada! Até que a magia do teatro começa!

Após os momentos de alegria, vemos o nosso palhaço, o jovem Pedro (Luccas Papp) em uma cama de um quarto de hospital. A enfermeira Thaís (Francis Helena Cozta) entra em cena em uma madrugada e os dois começam a dialogar. É aí que descobrimos o câncer no pâncreas em fase terminal de Pedro, o jovem acabou de voltar para o quarto vindo da UTI, como último pedido que fez ao médico.

É engraçado como um simples nariz de palhaço consegue mudar o clima de toda a história. De uma palhaçada, para um quarto de hospital; de um paciente em estado terminal para alguém que anda torto e nos faz rir de forma fácil.

Entra em cena então, uma jovem que grita nos corredores do hospital e em desespero e invade o quarto de Pedro. Ela é Ana Clara Fonseca (Mharessa Fernanda), mas prefere ser chamada apenas de Clara.

Clara está com o pai internado no mesmo andar que Pedro e cuida do pai quando possível. Ela é bailarina e conta que saiu de casa pelos pais não aceitarem a profissão que escolheu. Ela o reconhece como palhaço.

“Palhaços autênticos tem olhos grandes e marcantes, iguais os seus.”


O que um jovem palhaço com câncer no pâncreas, uma simples enfermeira e uma bailarina com rosto angelical tem em comum? Que aventura eles irão viver?

Visão pessoal:

O Último Mafagafo foi a peça que chorei por rir e por me comover com a história, pois por vezes me identifiquei com o jovem rapaz divertido e inteligente, mas ao mesmo tempo enfermo.

Pedro é um sonhador, um mafagafo que por vezes nos faz torcer por ele e que em suas falas de palhaço ganha nosso coração, digno protagonista. Mas qual o seu nome de palhaço?

Uma fábula que envolve enfermidade, sonhos pessoais, problemas familiares, relações abusivas, amor verdadeiro e muito mais.


Adquira seu ingresso em: https://www.sympla.com.br/o-ultimo-mafagafo__553826


SERVIÇO

De 06/07 a 31/08 - Sábados às 16h30

Duração: 90 minutos

Ingresso R$ 60,00 inteira e R$ 30,00 reais meia-entrada.

Local: Viga Espaço Cênico

Rua Capote Valente, 1323 - Pinheiros

São Paulo - SP

Próximo ao metrô Sumaré

Classificação indicativa: Livre


FICHA TÉCNICA

Texto e Direção: Luccas Papp

Elenco: Luccas Papp, Mharessa Fernanda e Francis Helena Cozta

Apresentando: Pedro Lopez

Trilha sonora: Kelly Martins e Victhor Vieira

Assistente de direção: Fabio Manzano

Cenografia: Luccas Papp e Fabio Manzano

Figurino e visagismo: Joice Caldeira

Designer de luz: Gabriele Souza

Produção Executiva: Lais Bittencourt

Fotos: Fernando Maia

Design gráfico: Igor Farias

Realização: LPB Produções